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	<title>Paróquia Nossa Senhora de Fátima</title>
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		<title>LINGVA ECCLESIÆ &#8211; A Língua da Igreja</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 10:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adlane</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Língua da Igreja]]></category>

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		<description><![CDATA[Ave, fratres!
Gratia vobis et pax a Deo Patre nostro et Domino Iesu Christo!

Depois de um tempo de ajustes, temos o grande prazer de retornar com a coluna LINGVA ECCLESIAE. É a volta do espaço criado para fomentar nossa maior aproximação junto à língua oficial da Igreja!
Aqui teremos acesso a aulas de introdução, assim como a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/etiqueta_diego.jpg" alt="A língua da Igreja" /><strong><em>Ave, fratres!<br />
Gratia vobis et pax a Deo Patre nostro et Domino Iesu Christo!</em></strong><br />
<!-- br--><br />
Depois de um tempo de ajustes, temos o grande prazer de retornar com a coluna LINGVA ECCLESIAE. É a volta do espaço criado para fomentar nossa maior aproximação junto à língua oficial da Igreja!<br />
Aqui teremos acesso a aulas de introdução, assim como a dicas, notícias ou curiosidades relacionadas ao uso do latim, tanto no contexto eclesiástico quanto na formação da estrutura e dos vocábulos de nossa língua portuguesa.<br />
<!-- br--><br />
Esperamos que este espaço agrade (novamente) a todos!<br />
<!-- br--><br />
<span id="more-157"></span>De início, fica aqui uma dica valiosíssima: a consulta ao material em latim no site do Vaticano – da mesma forma, às versões do site em outras línguas.<br />
<!-- br--><br />
Vale a pena visitar o <em>site </em>e procurar por documentos dos quais costumamos ouvir os títulos nas pregações e nos encontros da Igreja – tais como <a title="Fides et Ratio" href="http://www.vatican.va/edocs/LAT0381/_INDEX.HTM" target="_blank">Fides et Ratio</a>, <a title="Gaudium et Spes" href="http://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_const_19651207_gaudium-et-spes_lt.html" target="_blank">Gaudium et Spes</a>, <a title="Caritas in Veritate" href="http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/encyclicals/documents/hf_ben-xvi_enc_20090629_caritas-in-veritate_lt.html" target="_blank">Caritas in Veritate</a>, etc. – escritos em latim. Da mesma forma, é possível ter acesso também às versões da <a title="Bíblia Sagrada" href="http://www.vatican.va/latin/latin_bible.html" target="_blank">Biblia Sagrada</a>, do <a title="Catecismo da Igreja Católica" href="http://www.vatican.va/latin/latin_catechism.html" target="_blank">Catecismo da Igreja Católica</a> e do <a title="Código do Direito Canônico" href="http://www.vatican.va/latin/latin_codex.html" target="_blank">Código de Direito Canônico</a>, entre outros textos. O conteúdo é de livre acesso aos internautas.<br />
<!-- br--><br />
Vale a pena, mesmo para iniciantes na língua, ter esse contato com os textos e buscar as semelhanças com as palavras de nossa língua portuguesa; da mesma forma, encontrar possíveis diferenças de tradução dos textos, tendo em vista as versões que nos são oferecidas.<br />
<!-- br--><br />
Para acessar a versão em latim do <em>site </em>do Vaticano, <a title="Site do Vaticano em latim" href="http://www.vatican.va/latin/latin_index.html" target="_blank">clique aqui</a>.<br />
Para acessar o <em>site </em>do Vaticano, com a opção de outras línguas, <a title="Site do Vaticano em outras línguas" href="http://www.vatican.va/" target="_blank">clique aqui</a>.<br />
<!-- br--><br />
<em>In pace!</em><br />
<!-- br--></p>
<blockquote><p><strong><em>VOCABULA</em></strong><br />
<strong><em>a:</em></strong> “de”, “por”<br />
<strong><em>ave:</em></strong> “salve”, “olá”<br />
<strong><em>Christus:</em></strong> “Cristo” -&gt; <strong><em>Christo:</em></strong> “de Cristo”, “por Cristo”<br />
<strong><em>Deus:</em></strong> “Deus” -&gt; <strong><em>Deo:</em></strong> “de Deus”, “por Deus”<br />
<strong><em>dies:</em></strong> “dia”<br />
<strong><em>dominus:</em></strong> “senhor” -&gt; <strong><em>domini:</em></strong> “do senhor”; <strong><em>domino:</em></strong> “de senhor”, “por senhor”<br />
<strong><em>ecclesia:</em></strong> “igreja” -&gt; <strong><em>ecclesiae:</em></strong> “da igreja”<br />
<strong><em>et:</em></strong> “e”<br />
<strong><em>fides:</em></strong> “fé”<br />
<strong><em>frater:</em></strong> “irmão” -&gt; <strong><em>fratres:</em></strong> “irmãos”<br />
<strong><em>gaudium:</em></strong> “alegria”<br />
<strong><em>gratia:</em></strong> “graça”<br />
<strong><em>Iesus:</em></strong> “Jesus” -&gt; <strong><em>Iesu:</em></strong> “de Jesus”, “por Jesus”<br />
<strong><em>in:</em></strong> “em”<br />
<strong><em>lingua:</em></strong> “língua”<br />
<strong><em>noster:</em></strong> “nosso” -&gt; <strong><em>nostro:</em></strong> “de nosso”, “por nosso”<br />
<strong><em>pax:</em></strong> “paz” -&gt; <strong><em>pace:</em></strong> “na paz”<br />
<strong><em>pater:</em></strong> “pai” -&gt; <strong><em>patre:</em></strong> “de pai”, “por pai”<br />
<strong><em>ratio:</em></strong> “razão”<br />
<strong><em>spes:</em></strong> “esperança”<br />
<strong><em>vos:</em></strong> “vós” -&gt; <strong><em>vobis:</em></strong> “a vós”</p></blockquote>
<p><!-- br--></p>
<blockquote><p><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/diego_img_site.jpg" alt="Diego Verissimo" /><strong>Diego Verissimo</strong> é membro do Ministério de Música Frutos do Altar. Mestre em Letras Clássicas pela UFRJ. Professor de Latim na Faculdade Eclesiástica de Filosofia João Paulo II e do Instituto Filosófico e Teológico do Seminário São José de Niterói. Professor Substituto do Departamento de Letras Clássicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).<br />
<strong>E-mail:</strong> diegusverissimus@yahoo.com.br</p></blockquote>
<p><!-- br--><br />
Duas de suas passagens preferidas são&#8230;<br />
<!-- br--><br />
<strong><em>Sed, quae mihi erant lucra, haec arbitratus sum propter Christum detrimentum. Verumtamen existimo omnia detrimentum esse propter eminentiam scientiae Christi Iesu Domini mei, propter quem omnia detrimentum feci et arbitror ut stercora, ut Christum lucrifaciam [...] (Philippenses III, VII-VIII)</em></strong><br />
<!-- br--><br />
<em>&#8220;Mas tudo isso, que para mim eram vantagens, considerei perda por Cristo. Na verdade, julgo como perda todas as coisas, em comparação com esse bem supremo: o conhecimento de Jesus Cristo, meu Senhor. Por ele tudo desprezei e tenho em conta de esterco, a fim de ganhar Cristo [...]&#8221; (Filipenses 3, 7-8)</em><br />
<!-- br--><br />
<strong><em>Infirmus dicat: &#8216;Fortis ego sum&#8217;. (Ioel IV, X)</em></strong><br />
<!-- br--><br />
<em>&#8220;[...] O enfermo diga &#8216;Eu sou guerreiro&#8217;.&#8221; (Joel 4, 10)</em></p>
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		<title>Nosso querido irmão Jocei</title>
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		<comments>http://www.pnsfatima.org.br/nosso-querido-irmao-jocei/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 12:22:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adlane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conhecendo os Paroquianos]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir deste mês vamos divulgar um pouco da história de alguns paroquianos, a exemplo do que é feito no Jornal Paroquial. O objetivo desta coluna é falar um pouco daquelas pessoas que marcam ou marcaram a história de nossa paróquia. Na edição de junho falamos de uma paroquiana que completou 100 anos em Março, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/etiqueta_barbara.jpg" alt="Conhecendo os Paroquianos" />A partir deste mês vamos divulgar um pouco da história de alguns paroquianos, a exemplo do que é feito no Jornal Paroquial. O objetivo desta coluna é falar um pouco daquelas pessoas que marcam ou marcaram a história de nossa paróquia. Na edição de junho falamos de uma paroquiana que completou 100 anos em Março, Dona Dita. E neste mês vamos falar de um paroquiano que já está na glória de Deus, depois de muito servi-lo em nossa paróquia, Jocei.<br />
<!-- br--><br />
<span id="more-775"></span>Com certeza você que é paroquiano conheceu essa ilustre pessoa, que há muitos anos participou das atividades de nossa paróquia. Casou-se, fez a 1ª comunhão, Crismou-se, participou do encontro de casais, e nos últimos anos participou intensamente das atividades dos Vicentinos.<br />
<!-- br--><br />
Jocei começou a freqüentar o Grupo de Oração Samuel, convidado pelo casal Cassius e Elizangêla, pois passava por problemas de saúde. De acordo com Meiri, que foi sua companheira por mais de 20 anos, o convite foi feito não para ir ao Grupo, mas sim para um hospital muito especial, no qual o médico era Jesus. O convite foi aceito e a partir daí o Senhor operou muitas graças em suas vidas.<br />
<!-- br--><br />
Iniciou a catequese, e como ainda não era casado no religioso, casou-se na própria paróquia, e no ano seguinte iniciou também o sacramento da Crisma. Fez encontro de casais, e continuou servindo na preparação dos demais encontros. Paralelamente participava das atividades dos vicentinos, grupo em que serviu por mais de 12 anos.<br />
<!-- br--><br />
Jocei faleceu em 19/02 deste ano, em decorrência de problemas de saúde. Além de deixar três filhos, deixou também muita saudade. Pois era uma pessoa muito atuante e conhecida na Paróquia.<br />
<!-- br--><br />
As palavras abaixo resumem bem o sentimento de todos por esse paroquiano tão querido, escrito pela Elizabeth (presidenta dos Vicentinos):<br />
<!-- br--><br />
<em>“Sorriso largo, braços fortes. Um guerreiro, um vicentino. Um irmão, que soube definir um dos maiores ensinamentos do nosso padroeiro: <strong>Amemos a Deus, meus irmãos amemos a Deus, mas que isto aconteça com os nossos braços e com o suor dos nossos rostos. (São Vicente de Paulo)</strong>.<br />
Seguiu o Evangelho de Cristo sendo um bom marido, um pai carinhoso, um genro dedicado, um cunhado amigo, um irmão presente, um filho respeitoso, um enteado agradecido, um tio atencioso e um amigo fiel.<br />
Nós, família vicentina; temos o orgulho em dizer: ele foi, é, e sempre será um VICENTINO.<br />
A saudade é imensa, as lembranças constantes a cada louvação vicentina ao Senhor, sua voz em nossos corações estará sempre presente. <strong>Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!</strong> Em resposta: <strong>Que para sempre seja Louvado!</strong><br />
Os nossos chapéus tiramos para você, nosso querido irmão Jocei!”</em><br />
<!-- br--><br />
Como cremos na vida eterna, hoje nosso irmão está num lindo céu, que como diz a letra da música, é o lugar que Deus preparou, onde com os anjos cantaremos adorando ao Senhor.<br />
<!-- br--></p>
<blockquote><p><strong>Barbara Nunes</strong> iniciou as atividades na Paróquia aos 10 anos na ocasião de sua 1ª comunhão, continuou no Movimento Eucarístico Jovem, Pastoral dos Adolescentes (PA), recebeu o Sacramento da Crisma, e após isso atuou como monitora na PA. Também participou dos grupos de vida (Renovação Carismática), até integrar a coordenação da Crisma. Ajudou na formação dos Coroinhas e hoje é coordenadora da PASCOM.<br />
Barbara é casada e graduada em Administração de Empresas.<br />
<strong>E-mail</strong>: br_nunes@yahoo.com.br</p></blockquote>
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		<title>Junho, unidos ao Coração de Jesus</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 10:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adlane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Paróquia em Movimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Começamos o mês de junho com a celebração de Corpus Christi. Mais uma vez, a comunidade caprichou na confecção dos tapetes decorativos, feitos com serragem, sal e alguns materiais recicláveis. Esses tapetes retratavam temas atuais sobre a igreja no mundo. Após a missa, ocorreu a procissão com o Santíssimo Sacramento Eucarístico, que passou por várias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/etiqueta_ingrid.jpg" alt="Paróquia em Movimento" />Começamos o mês de junho com a celebração de <em><strong>Corpus Christi</strong></em>. Mais uma vez, a comunidade caprichou na confecção dos <strong>tapetes decorativos</strong>, feitos com serragem, sal e alguns materiais recicláveis. Esses tapetes retratavam temas atuais sobre a igreja no mundo. Após a missa, ocorreu a procissão com o Santíssimo Sacramento Eucarístico, que passou por várias ruas do bairro, levando o próprio Jesus ao encontro do seu povo.<br />
<!-- br--><br />
<span id="more-772"></span>Nos dias 5 e 6, o ECC – Encontro de Casais com Cristo – promoveu um <strong>festival de tortas e caldos</strong> após as missas da noite: sopas e caldos deliciosos; quanto às tortas, ficamos com água na boca só de olhar. Estava tudo uma delícia!<br />
<!-- br--><br />
Junho também é o mês do <strong>Sagrado Coração de Jesus</strong>: no dia 11, após a celebração da missa, os paroquianos presentes seguiram em procissão levando a imagem. Nem a chuva espantou o povo que caminhava nesta procissão!<br />
<!-- br--><br />
No dia de Santo Antonio, 13 de junho, aconteceu a tradicional <strong>bênção dos pães</strong>. No final de semana seguinte, dia 19, a Comunidade Servos da Divina Misericórdia realizou em nossa paróquia um saboroso <strong>rodízio de pizzas</strong>: além das pizzas leves e gostosas, a decoração italiana foi um dos destaques da noite!<br />
<!-- br--><br />
No dia 21, nós comemoramos o <strong>aniversário de nossa paróquia</strong>, lugar onde, nesses 38 anos, aprendemos a ser verdadeiramente igreja, vivendo em “<em>Um só coração e uma só alma</em>”. Agradecemos a Deus por toda história de nossa paróquia, por todos aqueles que por aqui passaram e por aqueles que permanecem! Que Deus nos permita viver outros longos anos de doação, espiritualidade e unidade!<br />
<!-- br--><br />
E a festa de junho continuou com o dia 24, dia de São João, com direito à <strong>batata doce assada na brasa após a missa</strong>. Para encerrar o mês, a missa do dia 30 contou com uma <strong>apresentação feita pelos membros do Apostolado da Oração</strong>.<br />
<!-- br--><br />
Que o Senhor nosso Deus continue nos guardando em seu Coração Sagrado, nos abençoando e livrando do mal, para que possamos, com sabedoria e caridade, superar nossas fraquezas e tribulações! Jesus manso e humilde de coração, fazei nosso coração semelhante ao vosso!</p>
<blockquote><p><strong>Ingrid Moraes</strong> é secretária da diretoria de uma empresa de Medicina e Segurança do Trabalho, casada, mãe de dois filhos, vocalista do Ministério de Música Frutos do Altar e membro da Pastoral da Comunicação da PNSF &#8211; Olaria.<br />
<strong>E-mail</strong>: ingridmoraes80@gmail.com</p></blockquote>
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		</item>
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		<title>Qual a finalidade do trabalho do psicólogo?</title>
		<link>http://www.pnsfatima.org.br/qual-a-finalidade-do-trabalho-do-psicologo/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 10:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adlane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo Cabeça]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, caro(a) leitor(a)!

Meu nome é Bruna, faço parte da Paróquia Nossa Senhora de Fátima e sou psicóloga. A partir dessa publicação, teremos um espaço para refletirmos e esclarecermos questões acerca da saúde mental. Sei que o tema é complexo e delicado: por isso, proponho-me a discuti-lo da forma mais acessível possível.

Inicio a coluna com um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/etiqueta_bruna.jpg" alt="Papo Cabeça" />Olá, caro(a) leitor(a)!<br />
<!-- br--><br />
Meu nome é Bruna, faço parte da Paróquia Nossa Senhora de Fátima e sou psicóloga. A partir dessa publicação, teremos um espaço para refletirmos e esclarecermos questões acerca da saúde mental. Sei que o tema é complexo e delicado: por isso, proponho-me a discuti-lo da forma mais acessível possível.<br />
<!-- br--><br />
<span id="more-704"></span>Inicio a coluna com um importante dado da Organização Mundial de Saúde. Segundo a OMS, <strong>saúde </strong>não é apenas ausência de doença, mas é o “estado de bem-estar físico, mental e social”. Então, quando fazemos referência à saúde, falamos sobre o conjunto das condições – educação, lazer, alimentação, etc. – que permitem à sociedade produzir e reproduzir-se saudavelmente.<br />
<!-- br--><br />
Nessa perspectiva, a profissão do psicólogo caracteriza-se pela aplicação de conhecimentos e técnicas da ciência Psicologia buscando promover a saúde e a qualidade de vida das pessoas e das coletividades. Ao lado de outros profissionais da saúde, devemos promover condições de vida mais satisfatórias para os cidadãos na sociedade em que vivem e trabalham.<br />
<!-- br--><br />
O fenômeno psicológico refere-se a processos internos dos indivíduos, construídos ao longo da vida, a partir das relações sociais, e ele é o nosso objeto de estudo. Diferenciamo-nos das demais ciências porque estudamos e colaboramos para o estudo da <strong>subjetividade</strong>. O psicólogo trabalha para que as pessoas compreendam sua inserção nas relações, sua constituição histórica e social, suas manifestações afetivas e comportamentais.<br />
<!-- br--><br />
Sabemos que o apoio de familiares e amigos pode ajudar na superação de dificuldades, mas a psicologia dispõe de instrumentos cientificamente elaborados e possui um modelo próprio de interpretação e intervenção.  Não confundamos tal apoio com a atuação especializada de um psicólogo!<br />
<!-- br--><br />
Seria impossível apresentar essa rica ciência em um ou vinte textos, por isso aguardo suas sugestões e suas perguntas para continuarmos. Espero que tenhamos começado bem e que você <strong>volte sempre</strong>!</p>
<blockquote><p><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/bruna_img_site.jpg" alt="Bruna Poblan Cabral de Oliveira" /><strong>Bruna Poblan Cabral de Oliveira</strong> é graduada em Psicologia, pós-graduanda em Psicologia Hospitalar e atua no seu consultório particular. Em nossa comunidade, é integrante do Ministério de Música Frutos do Altar e da Pastoral da Comunicação.<br />
<strong>E-mail</strong>: bpvcabral@yahoo.com.br</p></blockquote>
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		</item>
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		<title>Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010</title>
		<link>http://www.pnsfatima.org.br/campanha-da-fraternidade-ecumenica-2010/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 12:16:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adlane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Um só coração e uma só alma]]></category>

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		<description><![CDATA[Meus irmãos e irmãs. Querido Povo de Deus. As Igrejas Cristãs no Brasil, presentes no Conselho Nacional de Igrejas Cristãs – CONIC, apresentam a Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010, com o tema Economia e Vida e o lema “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24). Esta é a terceira campanha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/etiqueta_ba.jpg" alt="Uma só alma, um só coração" />Meus irmãos e irmãs. Querido Povo de Deus. As Igrejas Cristãs no Brasil, presentes no Conselho Nacional de Igrejas Cristãs – CONIC, apresentam a Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010, com o tema Economia e Vida e o lema “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24). Esta é a terceira campanha da fraternidade realizada de forma ecumênica, e tem como objetivo geral: <strong>“Colaborar na promoção de uma economia a serviço da vida, fundamentada no ideal da cultura da paz, a partir do esforço conjunto das Igrejas Cristãs e de pessoas de boa vontade, para que todos contribuam na construção do bem comum em vista de uma sociedade sem exclusão”</strong>.<br />
</ br><br />
<span id="more-766"></span>O CONIC foi fundado em 1982. Define-se como uma associação fraterna de igrejas que confessam o Senhor Jesus Cristo como Deus e Salvador. Atualmente, fazem parte do CONIC: Igreja Católica Apostólica Romana, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia.<br />
</ br></p>
<h2>Economia para a vida</h2>
<p>A economia existe para a pessoa e para o bem comum da sociedade, não a pessoa para a economia. Tem havido uma inversão de valores. A economia é simplesmente um instrumento que deve estar a serviço das pessoas e não o contrário. O lema desta campanha, a afirmação de Jesus registrada no evangelho segundo Mateus: “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6, 24), Nos propõe uma escolha entre os valores do plano de Deus e a rendição do dinheiro, visto como valor absoluto dirigindo a vida. O problema não é o dinheiro, mas o uso que dele se faz. É útil como instrumento destinado ao serviço e intercâmbio de bens de consumo, mas não pode ser o supremo comandante dos nossos atos, o critério absoluto das decisões dos indivíduos e dos governos. Deve ser usado para servir ao bem comum das pessoas, na partilha e na solidariedade.<br />
</ br><br />
Nossa atitude diante o dinheiro mostra muito o tipo de pessoa que somos. Por isso Jesus diz: “Onde estiver o teu tesouro, ali também estará o teu coração” (Mt 6,21). Se o enriquecimento e a acumulação continuam a ser o sonho de nossa sociedade, os valores se invertem e colocamos em segundo plano a pessoa, sua vida, sua dignidade seu bem-estar. A relação com Deus e todas as demais aspirações humanas acabam por serem rebaixadas a valores secundários. Vemos assim que a acumulação, o não repartir, tem profundas consequências espirituais.<br />
</ br></p>
<h2>A fraternidade e a Quaresma</h2>
<p>Quaresma é tempo propício para a conversão, momento favorável, dia da salvação (Cf 2 Cor 5,20-6,3). No entanto, esta conversão não se limita ao tempo da Quaresma, mas deve produzir frutos que a testemunhem e que permaneçam para a vida eterna. A CFE contribui para a vivência do espírito quaresmal, promovendo a conversão da pessoa em todas as suas dimensões: pessoal, comunitária e social.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: Texto Base – CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs no Brasil)</p>
<p></ br></p>
<blockquote><p><strong>José Ferreira (Bá)</strong> é Diácono Permanente, foi ordenado em 1º de maio de 2004. Possui um histórico acadêmico com aprovação em diversas disciplinas pelo Instituto Superior de Ciências Religiosas no campo da Filosofia, Teologia, Sociologia, Psicologia e Pedagogia, além de participações em Simpósios Filosóficos e Teológicos.  Atualmente exerce sua diaconia na Paróquia N. S. de Fátima, no bairro de Olaria, na Diocese do Rio de Janeiro, onde auxilia nas diversas pastorais e movimentos.<br />
<strong>E-mail: </strong>diaconoba@hotmail.com</p></blockquote>
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		<title>Santuários Marianos no Rio de Janeiro</title>
		<link>http://www.pnsfatima.org.br/santuarios-marianos-no-rio-de-janeiro/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 10:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adlane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Janela da cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, irmãos!

Depois de uma incômoda pausa, a Janela da Cultura se abre novamente. Durante o mês passado, por conta da celebração de nossa padroeira, fomos levados a viver intensamente uma espiritualidade mariana. Proponho então a vocês um passeio pela cidade em busca de Igrejas dedicadas à Mãe do Céu. Não quero listar as paróquias marianas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/etiqueta_helinho.jpg" alt="Janela da cultura" />Olá, irmãos!<br />
<!-- br--><br />
Depois de uma incômoda pausa, a Janela da Cultura se abre novamente. Durante o mês passado, por conta da celebração de nossa padroeira, fomos levados a viver intensamente uma espiritualidade mariana. Proponho então a vocês um passeio pela cidade em busca de Igrejas dedicadas à Mãe do Céu. Não quero listar as paróquias marianas da Arquidiocese, é claro. Quero apenas deixar a dica de alguns lugares de incrível beleza. Caso você os conheça, ou vá conhecer algum deles, deixe seu recado para nós, contando o que achou.<br />
<!-- br--><br />
<span id="more-746"></span></p>
<h2>Igreja de Nossa Senhora da Candelária</h2>
<p><img class="align center" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/igreja_de_nossa_senhora_da_candelaria.jpg" alt="Igreja de Nossa Senhora da Candelária" /><br />
<!-- br--><br />
Quem nunca se impressionou com a beleza dessa igreja imponente no fim da Avenida Presidente Vargas? Um refúgio no meio da agitação do Centro, a Igreja da Candelária é um dos monumentos religiosos mais importantes do Rio de Janeiro. Sua origem é atribuída a uma história (talvez fictícia), segundo a qual, no início do século XVII, uma tempestade quase fez naufragar um navio chamado Candelária. Neste navio viajavam os espanhóis Antônio Martins Palma e Leonor Gonçalves. O casal fez uma promessa de edificar uma ermida dedicada a Nossa Senhora da Candelária caso escapassem com vida. Uma vez que a nau aportou no Rio de Janeiro, o casal fez construir uma pequena capela no local da atual Igreja da Candelária, em 1609.<br />
<!-- br--><br />
De lá para cá, aquela ermida foi ampliada e decorada de forma a ser considerada hoje a maior Igreja da cidade, excluindo-se a Catedral de São Sebastião.  Sua construção só findou em 1898, após receber as pinturas de Zeferino da Costa (um dos pontores brasileiros mais importantes), com quatro painéis  que retratam fatos da vida de Nossa Senhora: o Esponsório, a Anunciação, a Purificação e a Assunção. Datam também do século XIX a decoração e as portas de bronze ricamente talhadas. Nesta época, a igreja ficava colada em outras edificações, e só quando foi aberta a Avenida Presidente Vargas, na década de 50, ela ganhou o destaque hoje visto.</p>
<h2>Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro</h2>
<p><img class="align center" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/igreja_de_nossa_senhora_da_gloria_do_outeiro.jpg" alt="Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro" /><br />
<!-- br--><br />
Com paredes caiadas, emolduradas por pedras de granito, é uma das primeiras igrejas coloniais brasileiras com planta poligonal em estilo barroco. No Brasil colônia, igrejas de planta poligonal foram construídas nessa mesma época também no Recife (Igreja de São Pedro dos Clérigos, iniciada em 1723) e em Salvador (Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, iniciada em 1739). A forma geral da igreja, de dois octógonos com torre na entrada, não tem antecedentes no Brasil nem antecedentes claros em Portugal. A historiografia registra controvérsias quanto à autoria e à data da construção do templo definitivo. Porém a versão mais aceita, é a de que as obras datam da primeira metade do século XVIII (em torno de 1714), tendo sido a construção concluída em 1739.<br />
<!-- br--><br />
A Igreja da Glória foi recentemente recuperada com auxílio do BNDES. Em seu interior e exterior foram recuperados cobertura, fachadas, muros, paramentos, forros, altares, talhas, calhas e sistema elétrico.<br />
<!-- br--><br />
Quando foi visitar o Outeiro, é interessante também conhecer o Museu Mauro Ribeiro Viegas, que foi inaugurado em 1942, com o nome de Museu Artístico. Este museu, que possui um acervo de quase 1000 peças catalogadas, passou um longo período fechado, e foi reaberto ao público em 1985.</p>
<h2>Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé</h2>
<p><img class="align center" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/igreja_de_nossa_senhora_do_carmo_da_antiga_se.jpg" alt="Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé" /><br />
<!-- br--><br />
No final do século XVI, chegaram ao Rio de Janeiro os carmelitas. Estes receberam como doação uma capelinha dedicada a Nossa Senhora do Ó, na então Rua Direita. Ao lado desta capela foi construído o Convento do Carmo. Na segunda metade do século XVIII, um novo templo começou a ser construído. Sua construção durou quinze anos, sendo esta igreja sagrada em 22 de Julho de 1770. A Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé já foi chamada de Capela Real ou Imperial, pois foi lá onde os monarcas do país foram coroados no século XIX. A igreja localiza-se em frente à histórica Praça XV, ao lado dos edifícios coloniais do antigo Convento do Carmo e da Igreja da Ordem Terceira do Carmo.<br />
<!-- br--><br />
O templo apresenta planta primitivamente no formato de uma cruz latina, como a Igreja da Candelária. A fachada principal da Igreja do Carmo é um tanto assimétrica por conta do posicionamento da torre, longe do corpo central. No início do século XX a fachada e a torre foram bastante alteradas. A estátua em um nicho da fachada representa o santo padroeiro da cidade, São Sebastião. Em 2008 o templo foi restaurado, em função das comemorações do bicentenário da chegada da família real portuguesa ao Brasil.</p>
<h2>Santuário de Nossa Senhora da Penha de França</h2>
<p>Dediquemos um pouco mais de espaço à nossa ilustre vizinha, a igreja que abriga o Santuário de Nossa Senhora da Penha de França. Devido a essa proximidade, creio que todos ou quase todos nós, paroquianos de Nossa Senhora de Fátima, já estivemos por lá. Conheçamos então um pouco da história desse santuário.<br />
<!-- br--><br />
No ano de 1635, um capitão chamado Baltazar de Abreu Cardoso subia o penhasco (grande pedra) para ver as plantações que possuía. Baltazar foi atacado por uma serpente e, por ser devoto de Nossa Senhora, pediu socorro a ela, gritando: &#8220;Minha Nossa Senhora, valei-me!&#8221;. Surgiu então um lagarto, predador de serpentes, e os dois animais lutaram até a morte. Recuperado do susto, Baltazar atribuiu a aparição tão oportuna do lagarto à proteção de Nossa Senhora e mandou construir ali uma igreja, como forma de gratidão. Nesta pequena capela Baltazar pôs uma imagem de Nossa Senhora.<br />
<!-- br--><br />
Diz a história que, “se antes o Capitão Baltazar subia o penhasco para ver as suas plantações, a partir daí passou a subir também para agradecer tão primoroso gesto de carinho que a Mãe do Céu teve para com ele. Assim como ele, também os seus parentes, amigos e vizinhos e até mesmo pessoas curiosas, que à distância viam a pequena capela, passaram a subir a grande pedra (daí vem a palavra Penha) uns para pedir e outros para agradecer graças alcançadas por intercessão da Senhora do alto do Penhasco – Penha. De tanto as pessoas dizerem: vamos à Penha visitar Nossa Senhora, passaram a dizer: vamos visitar Nossa Senhora da Penha.”<strong>(1)</strong><br />
<!-- br--><br />
No ano de 1870, a capela construída pelo Capitão Baltazar foi demolida, e construiu-se uma nova igreja em seu lugar. Houve também uma nova construção em 1900. Inicialmente foram construídas a igreja e uma torre que abrigava os sinos. Na ampliação de 1900, duas novas torres foram erguidas, além de ser instalado um carrilhão de vinte e cinco sinos, inaugurado em 1925.<br />
<!-- br--><br />
Hoje, para chegar ao alto do penhasco, contamos com 382 degraus (isso mesmo, aquela história de que eram 365 degraus, um para cada dia do ano, é lenda!), além de um bondinho, com capacidade de transportar até 500 pessoas por hora. Ao contrário de outros bondinhos encontrados na cidade, este é gratuito.<br />
<!-- br--><br />
<img class="align center" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/santuario_de_nossa_senhora_da_penha_de_franca.jpg" alt="Santuário de Nossa Senhora da Penha de França" /><br />
<!-- br--><br />
Existem muitas outras igrejas para indicarmos, mas isso vai ficar para um próximo papo. Vamos fazer o seguinte: vou deixar quatro dicas aqui, e vocês tentam descobrir quais são os outros quatro santuários marianos de que falaremos. Ok? 1) Fica escondidinha no Centro da cidade; 2) A lado dela o comércio é muito intenso; 3) Num recanto de Jacarepaguá encontramos um santuário único; 4) Perto de um hospital e do Corpo de Bombeiros há uma basílica belíssima.<br />
<!-- br--><br />
Vejo vocês na próxima. Um abraço forte. Pax!<br />
<!-- br--><br />
<em><strong>(1)</strong> 1 – <a title="Santuário da Penha" href="http://www.santuariopenhario.org.br/?secao=15256&amp;amp;categoria=15300&amp;amp;id_noticia=49891" target="_blank">Santuário da Penha</a></em></p>
<blockquote><p><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/wellington_img_site.jpg" alt="Wellington Campos" /><strong>Wellington Campos</strong> é Filósofo Eclesiástico, Engenheiro Químico e Professor de Química. Autor do blog &#8220;<a title="Texto e Contexto" href="http://textoecontexto.wordpress.com/" target="_blank">Texto e Contexto</a>&#8220;. Integrante do Ministério de Música Frutos do Altar. Mais do que tudo isso, um admirador curioso da Cultura, das Artes e do comportamento humano.<br />
<strong>E-mail:</strong> <a class="linkification-ext" title="Linkification: mailto:wellington.pnsf@gmail.com" href="mailto:wellington.pnsf@gmail.com">wellington.pnsf@gmail.com</a></p></blockquote>
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		<title>A Santidade e a Medida da Maldade</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 11:37:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adlane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensando em tempos]]></category>

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		<description><![CDATA[O músico Renato Russo, em uma de suas músicas, disse que “há tempos nem os santos tem ao certo a medida da maldade”, para descrever o estado de banalização do mal e da violência nos dias de hoje. E de fato, por paradoxal que pareça, são os santos os que tem a melhor medida da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/etiqueta_engemann.jpg" alt="Pensando em tempos" />O músico Renato Russo, em uma de suas músicas, disse que “há tempos nem os santos tem ao certo a medida da maldade”, para descrever o estado de banalização do mal e da violência nos dias de hoje. E de fato, por paradoxal que pareça, são os santos os que tem a melhor medida da maldade do mundo, por serem, em geral, suas principais vítimas. A opção cristã de santidade o fez assim. No Antigo Testamento a santidade era a separação, aquilo que estava reservado para poucos, era o próximo de Deus e o distante dos homens comuns. O Templo de Jerusalém é a materialização deste conceito. Há um crescente de santidade que vai do pátio dos gentios, na parte mais externa, passando pelo átrio das mulheres (para as mulheres israelitas), pelo átrio dos israelitas (só para os homens), chegando ao Santuário (reservado aos sacerdotes) e, finalmente, o Santo dos Santos, o núcleo do Santuário onde só o sumo sacerdote podia entrar em algumas ocasiões do ano.<br />
<br />
<span id="more-720"></span>Quando Jesus recomenda que sejamos santos como o Pai é santo e, mais ainda, quando o Evangelho narra que o véu do templo é rasgado de alto a baixo no momento de sua morte, um novo conceito de santidade é forjado. Um conceito mais amplo e includente, segundo o qual o santo não mais é aquele separado do mundo, mas o que nele está imerso e imiscuído como o sal da terra e o fermento na massa, para “Cristificá-lo”.<br />
<br />
Os primeiros cristãos absorveram de forma magnífica esta nova forma de ser santo. Há um texto dos primeiros anos do cristianismo, de autoria desconhecida, que de tão belo e pleno de sabedoria foi incorporado à Liturgia das Horas: a Epístola a Diogneto. Nela se lê uma descrição da imagem que os cristãos do segundo século faziam de si mesmos. Eis o que diz o capítulo 5:<br />
<br />
<em>Os cristãos, de fato, não se distinguem dos outros homens, nem por sua terra, nem por sua língua ou costumes. Com efeito, não moram em cidades próprias, nem falam língua estranha, nem têm algum modo especial de viver. Sua doutrina não foi inventada por eles, graças ao talento e a especulação de homens curiosos, nem professam, como outros, algum ensinamento humano. Pelo contrário, vivendo em casa gregas e bárbaras, conforme a sorte de cada um, e adaptando-se aos costumes do lugar quanto à roupa, ao alimento e ao resto, testemunham um modo de vida admirável e, sem dúvida, paradoxal. Vivem na sua pátria, mas como forasteiros; participam de tudo como cristãos e suportam tudo como estrangeiros. Toda pátria estrangeira é pátria deles, a cada pátria é estrangeira. Casam-se como todos e geram filhos, mas não abandonam os recém-nascidos. Põe a mesa em comum, mas não o leito; estão na carne, mas não vivem segundo a carne; moram na terra, mas têm sua cidadania no céu; obedecem as leis estabelecidas, mas com sua vida ultrapassam as leis; (&#8230;)</em><br />
<br />
Os cristãos estão em meio ao mundo, usam o mesmo idioma e, basicamente, os mesmos costumes. Destarte, vivem nas mesmas cidades e poderiam passar desapercebidos no meio da multidão, não fosse o fato de possuírem um modo de vida admirável. Paradoxalmente, parte da essência deste modo de vida está na graça de perceber que todas as pátrias são passagens, onde são forasteiros, onde, não obstante o tempo de sua permanência, são apenas estrangeiros, provisoriamente diluídos no mundo para operar a transformação deste.<br />
<br />
A idéia de uma santidade que se mistura e transforma é firmemente presente no início do capítulo 6: “Em poucas palavras, assim como a alma está no corpo, assim estão os cristãos no mundo. A alma está espalhada por todas as partes do corpo, e os cristãos estão em todas as partes do mundo.” Estar junto ao mundo e transformá-lo pelo seu testemunho admirável eis o que os primeiros cristãos, representados pelo autor da Epístola, pensavam ser sua missão no mundo.<br />
<br />
Temos relatos deste testemunho admirável dos primeiros santos exatamente quando adquiriram a medida exata da maldade do poder presente em qualquer grande sistema político. Os incontáveis mártires sacrificados pela necessidade de entretenimento e de reafirmação da autoridade divina dos imperadores foram semente e adubo para o germinar do que os romanos chamavam de “seita maléfica”. Para estes, o martírio dos cristãos representava a repressão à diferença, o exemplo contra a desobediência civil e, me parece o mais perverso do processo todo, entretenimento para a massa. Era um meio de manter com os cidadãos de Roma menos favorecidos pelas conquistas uma relação amistosa, evitando que a plebe se rebelasse contra seus patronos. Eram tempos de “Panem et Circenses”.<br />
<br />
Os cristãos entendiam o martírio de forma bem diferente, era uma forma corajosa de converter a perversidade de seus algozes em testemunho e redenção. Os mártires e confessores, os que padeciam penas por assumirem o cristianismo, entendiam-se muito próximos do Reino dos Céus, tão próximos que quer vivessem, quer morressem, seu destino estava indelevelmente ligado a Cristo. Destarte, o sofrimento não era, de modo algum, resultado do abandono divino, antes era sinal da chance de manifestarem a fé inabalável na cidadania celeste e na proximidade da pátria vindoura.<br />
<br />
Modernamente, apesar de ainda termos mártires a nos indicar que a causa de Deus pode trazer caminhos dolorosos de se trilhar, às vezes fico com a impressão de que perdemos a medida do preço a pagar por ser cristão. Ainda que hoje, ao menos no Ocidente, o Estado não mate mais ninguém por se declarar cristão, parece que não há mais sacrifícios a fazer para se assumir a ética de Cristo. Fui a uma formatura dia desses em que os oradores não paravam de falar em ética. Era a ética profissional para lá, a ética cristã para cá, mesmo os que costumeiramente agem de maneira sórdida, se punham a falar em ética até não poder mais, jogando todo o peso da lisura nos ombros dos jovens formandos.<br />
<br />
Além de um pouco irritado com a coisa toda, fiquei pensando como banalizamos o termo “ética”, como se ela não tivesse um custo. Falamos como se a dor de assumir escolhas certas fosse nula, como se o caminho da ética, e em especial da ética cristã, fosse o mais calmo e plácido a ser trilhado. Trata-se da fé, com muita freqüência, como se a senda da crença trouxesse favores materiais e não dilemas morais perante o mal, como se não houvesse necessidade de sacrificar nada em prol das escolhas que fazemos.<br />
<br />
Em certo sentido, acho que muitos de nós se entendem um pouco na contramão do que diz a Epístola a Diogneto, estamos no mundo nos acomodando a ele. Pode ser que estejamos tentando evitar a nossa cota de martírio, algo que, no fundo, a maioria de nós nunca entendeu plenamente. Criamos para nós uma visão de Deus que é muito confortável. Não que Deus não seja bondoso e benigno, eu que o diga, Ele me fez estar em sala de aula apenas quinze dias após uma delicada cirurgia de extração de tumor cerebral, que durou 8 horas. Mas, da bondade de Deus a um Deus previdente, para quem o sofrimento é sinal de desgraça – no sentido literal da palavra: falta da graça – é um caminho que não sei se deve ser percorrido.<br />
<br />
O salmo 22 diz que “ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte nada temerei”. Acho que muitos de nós se acostumaram com a idéia de um Deus que sequer nos permitiria adentrar em uma topografia que pudesse ser chamada de vale da sombra da morte. No entanto, por vários motivos que nos escapam o completo entendimento, Deus permite que trilhemos o caminho que passa entre as montanhas sobre as quais se deita a morte. Passamos por estas situações inclusive por escolhermos a ética de Cristo. Vejamos o exemplo de alguns mártires, para os quais a sombra da morte não era apenas uma metáfora: as flexas para São Sebastião, a espada marroquina para São Berardo e seus companheiros, o punhal do homem que tentava estuprá-la para Santa Maria Goretti ou a morte por inanição em Aushiwtz para Maximiliano Colbe, foram os vales onde a morte lançou sua sombra.<br />
<br />
Nesses momentos, em que temos de seguir firmes sem ver o horizonte, nem ver o sol, já que a morte se interpôs entre nós e a luz, lançando sua sombra nas terras pelas quais caminhamos, é a fé na presença do Pai, o grande sol que brilha além da morte, o que pode nos sustentar. Jesus passou como ninguém por esta trilha, esteve no fundo deste vale, atravessou-o em sua mais longa extensão e com dolorosa morte pairando sobre sua cabeça. Suas pegadas ainda estão marcadas apontando o caminho e encorajando os que parecem ter se perdido.<br />
<br />
Que tenhamos a força do Ressuscitado em nós, para, quando o vale da sombra da morte se colocar a nossa frente, em especial para quando isso acontecer por termos trilhado o caminho da Verdade perante a maldade, possamos com passo firme e seguro, sabendo que além das nuvens escuras da morte (física, psicológica ou moral) que está a lançar sombra sobre nós, brilha o glorioso Sol da Eternidade, que nos ampara em meio às tempestades e nos sustenta nas dificuldades. Foi por isso que os mártires antigos e modernos não se desesperaram diante das dificuldades e da dor, e há de ser assim conosco, ainda que tenhamos de tomar conhecimento da exata medida da maldade.<br />
</p>
<blockquote><p><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/carlos_img_site.jpg" alt="Carlos Engemann" /><strong>Carlos Engemann</strong> possui graduação com distinção acadêmica Magna cum Lauda em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2000), mestrado em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2002) e doutorado em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2006). Atualmente é professor da Universidade Salgado de Oliveira e professor titular do Instituto Superior de Teologia do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil Império, atuando principalmente nos seguintes temas: escravidão, antropologia histórica e métodos quantitativos. É autor do livro &#8220;De Laços e de Nós&#8221;.<br />
<strong>E-mail</strong>: cenge mann@bol.com.br</p></blockquote>
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		<title>A humildade e a paz</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 10:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adlane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Um só coração e uma só alma]]></category>

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		<description><![CDATA[Meus irmãos e irmãs. Querido Povo de Deus.

Estamos iniciando mais um ano e conforme os nossos costumes desejamos e esperamos que tudo aconteça e tudo se realize na mais plena harmonia e que tenhamos sempre um convívio de paz onde quer que estejamos. Mas a paz, a harmonia, a concórdia não estão fora de nós [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/etiqueta_ba.jpg" alt="Uma só alma, um só coração" />Meus irmãos e irmãs. Querido Povo de Deus.<br />
<br />
Estamos iniciando mais um ano e conforme os nossos costumes desejamos e esperamos que tudo aconteça e tudo se realize na mais plena harmonia e que tenhamos sempre um convívio de paz onde quer que estejamos. Mas a paz, a harmonia, a concórdia não estão fora de nós e sim dentro de nossas atitudes as quais precisamos exercitar e torná-las vivas nas relações comigo mesmo, com o outro e com Deus.<br />
<br />
Muito a propósito é a mensagem a seguir que devemos ler, meditar e quem sabe ser uma sugestão para o nosso programa de vida. Boa leitura e sejamos “um só coração e uma só alma”<br />
<br />
<span id="more-712"></span><br />
<h1>A humildade e a paz</h1>
<p>Não te preocupes muito em saber quem é por ti ou contra ti; mas deseja e procura que Deus te ajude em tudo que fizeres.<br />
Tem boa consciência e Deus será tua boa defesa. A quem Deus quiser ajudar, nenhum mal poderá prejudicar.<br />
Se souberes calar e sofrer, verás certamente o auxílio do Senhor. Ele sabe o tempo e o modo de te libertar, portanto, entrega-te a ele inteiramente.<br />
A Deus pertence aliviar-nos e tirar-nos de toda confusão. Às vezes é muito útil para guardar maior humildade, que os outros conheçam e repreendam nossos defeitos.<br />
Quando o homem, por causa de seus defeitos, se humilha, então facilmente acalma os outros, e desarma os que estão irados contra ele.<br />
O humilde, Deus protege e livra; ao humilde ama e consola. Ao homem humilde se inclina; ao humilde dá-lhe abundante graças, e depois de seu abaixamento eleva-o a grande honra.<br />
Ao humilde revela seus segredos, e com doçura o atrai a si e convida.  O humilde, depois de receber uma afronta, conserva sua paz: porque confia em Deus e não no mundo.<br />
Não julgues que fizeste algum progresso se não te considera inferior a todos.<br />
Primeiro conserva-te em paz; depois poderás pacificar os outros. O homem pacífico é mais útil do que o letrado.<br />
O homem dominado pelas paixões, até o bem converte em mal e acredita facilmente no mal.<br />
O homem bom e pacífico tudo converte em bem. Quem está em boa paz não suspeita mal de ninguém. Mas quem é descontente e inquieto, com diversas suspeitas se atormenta; não tem sossego nem deixa os outros sossegar.<br />
Diz muitas vezes o que não devia; e deixa de fazer o que mais lhe conviria.  Preocupa-se com as obrigações alheias e descuida-se das próprias.<br />
Zela, portanto, primeiro por ti mesmo, e depois poderás zelar devidamente por teu próximo.<br />
Bem sabes desculpar e disfarçar tuas faltas, mas não queres aceitar as desculpas dos outros.<br />
Seria mais justo acusares a ti e desculpares teu irmão. Se queres que te suportem, suporta também os outros.<br />
<br />
Do livro “Imitação de Cristo” (Lib. 2, cap. 2-3) (Séc XV)<br />
</p>
<blockquote><p><strong>José Ferreira (Bá)</strong> é Diácono Permanente, foi ordenado em 1º de maio de 2004. Possui um histórico acadêmico com aprovação em diversas disciplinas pelo Instituto Superior de Ciências Religiosas no campo da Filosofia, Teologia, Sociologia, Psicologia e Pedagogia, além de participações em Simpósios Filosóficos e Teológicos.  Atualmente exerce sua diaconia na Paróquia N. S. de Fátima, no bairro de Olaria, na Diocese do Rio de Janeiro, onde auxilia nas diversas pastorais e movimentos.<br />
<strong>E-mail: </strong>diaconoba@hotmail.com</p></blockquote>
</h1>
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		<item>
		<title>Festas de fim de ano: Como comemorar sem esquecer de cuidar da saúde!</title>
		<link>http://www.pnsfatima.org.br/festas-de-fim-de-ano-como-comemorar-sem-esquecer-de-cuidar-da-saude/</link>
		<comments>http://www.pnsfatima.org.br/festas-de-fim-de-ano-como-comemorar-sem-esquecer-de-cuidar-da-saude/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 14:17:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adlane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas Nutricionais]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá!!

É, o Natal chegou mais uma vez. E com ele, mais uma chance de revermos nossos conceitos e tomarmos a decisão de mudar para melhor. O espírito natalino realmente mexe com o coração das pessoas. Geralmente nesse período as pessoas ficam mais reflexivas e buscam os bons sentimentos: os sentimentos de paz, de amor, de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/etiqueta_catia.jpg" alt="Dicas Nutricionais" /><em>Olá!!<br />
<br />
É, o Natal chegou mais uma vez. E com ele, mais uma chance de revermos nossos conceitos e tomarmos a decisão de mudar para melhor. O espírito natalino realmente mexe com o coração das pessoas. Geralmente nesse período as pessoas ficam mais reflexivas e buscam os bons sentimentos: os sentimentos de paz, de amor, de justiça, de fraternidade, de união.<br />
<br />
A chegada de Jesus menino tem o poder de nos transformar interiormente e de espalhar um espírito de paz sobre toda a humanidade. Seria muito bom se nos deixássemos tocar por esse sentimento ao longo de todo ano. Assim, poderíamos ser mais solidários e viveríamos como irmãos, como deseja o Cristo.<br />
<br />
<span id="more-706"></span>Bem, mas vamos entrar em nosso assunto principal.</em></p>
<h1>Festas de fim de ano: Como comemorar sem  esquecer de cuidar da saúde!</h1>
<p>Geralmente no final do ano são tantas comemorações que acabamos exagerando. Além de que os pratos servidos são basicamente europeus, que nesse período estão no inverno, portanto os quitutes são mais calóricos e gordurosos o que pode resultar em alguns quilinhos a mais.<br />
<br />
Aí vai então algumas dicas para sobreviver bem as festas:<br />
<br />
•	Aproveite os momentos para reencontrar pessoas e colocar a conversa em dia, ao invés de só pensar no que será servido no jantar. Isto direcionará seu comportamento durante a festa.<br />
<br />
•	Quem quer manter a forma durante as festas de final do ano, deve evitar alimentos tradicionais que são excessivamente calóricos. A lista abaixo apresenta abaixo alguns alimentos que tradicionalmente encontramos nas ceias com seus respectivos valores calóricos:<br />
<br />
<strong>Ameixa </strong>- 1 unidade &#8211; 25<br />
<strong>Amêndoa </strong>- 1 unidade &#8211; 63<br />
<strong>Avelã </strong>- 1 unidade &#8211; 150<br />
<strong>Cereja </strong>- 1 unidade &#8211; 10<br />
<strong>Champanhe </strong>- 1 taça &#8211; 110<br />
<strong>Damasco </strong>- 1 de tamanho médio &#8211; 20<br />
<strong>Nozes </strong>- 1 xícara de chá &#8211; 500<br />
<strong>Panetone </strong>- 1 fatia &#8211; 359<br />
<strong>Pão de mel</strong> &#8211; 1 unidade &#8211; 150<br />
<strong>Passas </strong>- 1 colher sopa &#8211; 54<br />
<strong>Peito de Peru cozido</strong> &#8211; 1 fatia fina &#8211; 105<br />
<strong>Coxa Peru (com pele)</strong> &#8211; 1 unidade pequena &#8211; 142<br />
<strong>Rabanada </strong>- 1 unidade &#8211; 187<br />
<strong>Tender </strong>- 1 fatia &#8211; 180<br />
<strong>Uísque </strong>- 1 dose &#8211; 240<br />
<strong>Vinho tinto</strong> &#8211; 1 taça &#8211; 129<br />
<strong>Vodka </strong>- 1 dose &#8211; 24<br />
<br />
•	Ao montar seu prato escolha os alimentos antes de se servir e saboreie cada pedaço das preparações, comendo devagar e sentindo os diversos sabores. Escolha carnes magras (preferencialmente aves sem pele), vegetais e frutas para completar o prato. Pare quando estiver satisfeito e se mesmo assim quiser comer algo que ainda será servido, peça para levar para casa um pedaço, ao invés de &#8220;achar lugar no estômago&#8221;.<br />
<br />
•	Preparem-se nos dias que antecedem as festas fazendo uma dieta mais leve, à base de vegetais, frutas, carnes magras e cereais integrais.<br />
<br />
•	Não vá à festa com fome; faça uma refeição leve antes de sair para evitar que exagere nos pratos que irá encontrar. Durante o dia, procure fazer várias refeições leves, à base de vegetais, carnes magras e frutas. Antes de sair de casa para a ceia, tome um iogurte desnatado ou coma uma fruta.<br />
<br />
•	Prefira as bebidas não alcoólicas, especialmente sucos ou refrigerantes diets, deixando os drinques ou champanhe para brindar. Além de serem altamente calóricas, as bebidas alcoólicas estimulam o apetite e reduzem sua determinação de comer pouco e beber com moderação. Outra ótima dica é sempre segurar um copo de refrigerante diet, suco ou água com gás na mão. Isto evita que continuem lhe oferecendo bebidas calóricas.<br />
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•	Queime calorias extras em caminhadas ou idas à academia. Aproveite também estes momentos para relaxar e se distrair!<br />
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•	Geralmente, os dias de Natal e Reveillon são quentes, o que facilita a deterioração de muitos alimentos, especialmente frutos do mar, pescados e molhos à base de tomate, e pode causar vômitos, diarréia e muita indisposição. Se quiser reaproveitar as sobras das festas, procure acondicioná-las adequadamente em geladeira ao término da festa.<br />
<br />
•	Se abusar na escolha dos pratos da ceia, você pode fazer uma dieta mais leve nos dias que sucedem as festividades, a base de frutas e alimentos integrais. A água de coco é uma boa opção, principalmente para aqueles que exageraram um pouco na bebida alcoólica, pois é rica em sais minerais e hidrata o organismo mais rapidamente combatendo a &#8220;ressaca&#8221;. Aproveite o ano que se inicia e estabeleça metas e novos objetivos: inicie um programa de alimentação adequado às suas necessidades combinada à atividade física e tenha uma vida saudável.<br />
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<em>O mais importante nesse momento é encher o coração de tudo que é bom como amor, paz, carinho, esperança, fraternidade&#8230; Deixe os anseios, tristezas, frustrações&#8230; bem longe dele.<br />
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Que a paz do Deus verdadeiro reine em todos os lares!<br />
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<strong>Boas festas !!</strong></em></p>
<blockquote><p><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/catia_img_site.jpg" alt="Cátia" />Meu nome é <strong>Cátia</strong>, tenho 40 anos, sou professora e nutricionista.<br />
Me formei em nutrição a 17 anos atrás pela Universidade Santa Úrsula (USU). Trabalhei com alimentação coletiva em algumas empresas, prestei serviços em algumas comunidades carentes e atualmente estou trabalhando em creche onde dou aula de educação nutricional, além de elaborar cardápios, planejar o funcionamento do serviço e fazer atendimentos aos pais quando necessário. Trabalho também em consultório com atendimento clínico nutricional e dietoterapia. Faço algumas palestras quando me solicitam e as vezes trabalho em algumas ações sociais. Resumindo, atualmente minha área de atuação é: alimentação infantil, educação nutricional e dietoterapia (crianças  adultos).<br />
<strong>E-mail</strong>: <a class="linkification-ext" title="Linkification: mailto:catia_magalhaes_gomes@hotmail.com" href="mailto:catia_magalhaes_gomes@hotmail.com">catia_magalhaes_gomes@hotmail.com</a></p></blockquote>
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		<title>As Revoluções e o Cristianismo</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 11:03:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adlane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensando em tempos]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando se fala de revolução a primeira coisa que se pensa é em algum tipo de revolução socialista, como a soviética ou a cubana. Porém, há uma outra revolução que pode ser considerada, de certo modo, a mãe das idéias revolucionárias socialistas: é a revolução industrial. As transformações geradas pela produção industrializada foram tantas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/etiqueta_engemann.jpg" alt="Pensando em tempos" />Quando se fala de revolução a primeira coisa que se pensa é em algum tipo de revolução socialista, como a soviética ou a cubana. Porém, há uma outra revolução que pode ser considerada, de certo modo, a mãe das idéias revolucionárias socialistas: é a revolução industrial. As transformações geradas pela produção industrializada foram tantas e tão profundas que mudaram radicalmente a face da sociedade. Nenhuma sociedade que tenha passado pelo processo de industrialização o fez incólume.<br />
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<span id="more-700"></span>Para começar a produção em larga escala gera a necessidade de mão-de-obra abundante e barata, além de um consumo tão amplo quanto a escala de produção. Estas necessidades são antagônicas, se uma parcela substancial da sociedade está trabalhando muito e ganhando pouco, obviamente não terá recursos para consumir. Logo, a produção, em escala cada vez maior, tem que ser enviada para fora da sociedade que a produz, de onde deve vir a matéria-prima para alimentar esta mesma produção. O que cria um sistema imperialista de relações exteriores das nações industrializadas, que, por seu turno, estabelece relações cruéis de dominação, associadas a uma divisão de recursos excludente em escala planetária e, em última instância, duas guerras mundiais.<br />
<br />
Se, do ponto de vista externo as conseqüências da industrialização são perversas, internamente não é muito diferente. As atividades agrícolas tradicionais sofrem dois tipos de alteração. Primeiramente, há a mercantilização da produção agrária, que se volta, em grande medida, para atender as necessidades da produção industrial. O caso da Inglaterra é bastante expressivo, pequenos cultivos foram substituídos por rebanhos de ovinos, que forneciam lã para a indústria têxtil. No Brasil do século XX, temos o desalojamento de cultivos alimentares para dar lugar ao café, à soja e à laranja, exportados para as grandes indústrias alimentícias. A outra alteração é a transformação das relações sociais no universo rural. Sendo derivada da primeira, esta segunda gera um corolário benéfico aos que manipulam o sistema como um todo, a geração de excedente de mão-de-obra nos distritos industriais.<br />
<br />
Voltando à Inglaterra do século XVIII, as transformações de que falamos implicam no que se chamou de “cercamento dos campos ou terras comunais”, isto é, as terras que eram cultivadas por grupos camponeses pobres passaram a ser administradas privadamente por grupos abastados. Isso redunda em êxodo rural, que incha as cidades, criando e mantendo uma farta reserva de mão-de-obra, o que mantêm os salários em queda quase permanente. No Brasil, temos um fenômeno algo semelhante. Nas da década de 1950 até a de 1970, recorrentes crises da pequena agricultura, privada de recursos emergenciais do erário, escoados em quase sua totalidade ao amparo de grandes latifúndios e do agrobusiness, somadas à expedientes como a grilagem (falsificação de títulos de propriedade de terra) e à truculência, empurrou toda uma geração para as cidades, engordando os bolsões de miséria das principais capitais e oferecendo mão-de-obra de baixa qualificação, mas com baixos salários.<br />
<br />
Daí chegamos às idéias revolucionárias: a pauperização dos trabalhadores urbanos no século XIX é um fenômeno presente em praticamente toda a Europa ocidental. As multidões de operários de olhar vazio e andar compassado atravessavam as grandes cidades todas as manhãs e nos finais dos dias. Essas marchas um tanto horrendas, não passaram desapercebidas aos principais intelectuais. De poetas a políticos, muitos perceberam que a pobreza excessiva estava se tornando uma chaga aberta nas cidades. Os pensamentos revolucionários surgiram da observação do sofrimento dos pobres, associado a um pessimismo em relação às iniciativas de distribuição de renda a partir dos ricos, que naquele momento esfolavam seus trabalhadores até o desespero. Um pessimismo não de todo infundado, uma vez que os donos das fábricas impunham jornadas de até 16 horas diárias, a salários tão baixos que os pais tinham que por seus filhos de 7 ou 8 anos de idade para trabalhar, já que seus salários não cobriam os gastos das crianças.<br />
<br />
É possível dizer que o pessimismo de que falamos, associado a um sentimento de indignação e a uma perspectiva fatalista e teleológica da história, tenha gerado movimento revolucionário pautado na violência. Karl Marx foi um dos principais expoentes deste tipo de solução. Sei que falar de Marx é um tabu dentro da esfera católica, mas me parece que Marx estava movido pela ideal correto, o da igualdade entre os homens. Embora estivesse apontando para a solução errada, a violência, estava movido por uma certa dose de compaixão pelo sofrimento do próximo. Por isso, creio que uma das virtudes destes pensadores do século XIX e de seus seguidores no século XX é a de pensar para além de si mesmos. A opção por um projeto coletivo de mundo, presente nos ideais da juventude até a década de 1970, contrasta com o que parece ter sido a vitória da Revolução Industrial. Explico-me.<br />
<br />
A ânsia de consumir também é uma resultante de um dos principais subterfúgios da industrialização: a propaganda. A propaganda é o instrumento que tem como objetivo nos fazer consumir além das nossas necessidades, na verdade, a propaganda cria necessidades. A vitória da Revolução Industrial está na perda de nossos critérios coletivos, as decisões da maioria hodierna são pautadas em critérios exclusivamente umbilicais. Nós, salvo gloriosas exceções, só nos preocupamos com o que é de nosso interesse imediato, o que equivale dizer que o individualismo chegou ao seu ápice em nossos dias.<br />
<br />
Perdemos todos, ateus e cristãos, a visão de uma sociedade mais justa. No máximo entendemos a necessidade de atos de solidariedade, mas perdemos do nosso horizonte a possibilidade de uma sociedade em que a solidariedade seja menos urgente. Em que esta não seja a única possibilidade de sustento de uma grande parte da população mundial. A desigualdade está a tal ponto naturalizada, que sequer pensamos mais seriamente em por fim a ela. Essa não é uma conversa de socialista démodé. Os documentos da Igreja, como a <em>Rerum Novarum</em>, falam na redução do abismo entre trabalhadores e patrões através do senso de justiça dos últimos para com os primeiros. Não é caridade, é justiça social.<br />
<br />
No Brasil, onde a questão social até bem pouco tempo era caso de polícia, a Igreja esteve envolvida nas últimas décadas em defesa de uma sociedade mais humana. Desde os movimentos contrários à tortura no regime militar até o apoio às lutas dos trabalhadores, a Igreja esteve presente, seja com as missas em manifestações, declarações de autoridades, ações concretas, campanhas da fraternidade, toda uma série de elementos que mostraram que a Igreja não está apenas envolvida na construção de um mundo mais cristão, ela está comprometida. No livro <em>O Monge e o Executivo</em> há uma definição interessante para a diferença entre estar envolvido e estar comprometido. Numa refeição de ovos com bacon, a galinha foi envolvida e o porco comprometido.<br />
<br />
Me entristece o péssimo hábito que adquirimos de jogar fora, após o banho, a bacia, a água e a criança. Abrimos mão de uma experiência riquíssima de compromisso com a concretização do Cristianismo no mundo, apenas por poder ser rotulado de “Teologia da Libertação” ou de marxismo, ainda que esteja dentro da Doutrina Social da Igreja. Não temos, no entanto, o mesmo receio de ver estimulado o egoísmo e a egolatria, apesar de poder ser classificado de “Teologia da Prosperidade”. Em ambas as “teologias” encontram-se erros, exageros e equívocos – alguns até as tornam incompatíveis com o Evangelho –, a bem do que se possa aproveitar de positivo, mantemos a mania de jogar fora a criança e a bacia junto com a água.<br />
<br />
Sei que muitos torcem o nariz para textos que tratam de temas tão desagradáveis, como pobreza, sofrimento, luta por um mundo melhor, talvez preferissem um bom informativo sobre as novidades tecnológicas ou a moda, ainda que não possam adquiri-las. É, sem dúvida, mais atraente a propaganda de celulares que fazem coisas das quais poucos realmente necessitam, mas que causam a satisfação de um ego hipertrofiado. Que Deus nos conduza à virtude da empatia pelo sofrimento alheio, para que nos constranja mais o personalismo que a busca por uma sociedade mais cristã.<br />
</p>
<blockquote><p><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/carlos_img_site.jpg" alt="Carlos Engemann" /><strong>Carlos Engemann</strong> possui graduação com distinção acadêmica Magna cum Lauda em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2000), mestrado em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2002) e doutorado em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2006). Atualmente é professor da Universidade Salgado de Oliveira e professor titular do Instituto Superior de Teologia do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil Império, atuando principalmente nos seguintes temas: escravidão, antropologia histórica e métodos quantitativos. É autor do livro &#8220;De Laços e de Nós&#8221;.<br />
<strong>E-mail</strong>: cenge mann@bol.com.br</p></blockquote>
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