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	<title>Paróquia Nossa Senhora de Fátima &#187; Um passeio pela vida</title>
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		<title>Um ombro de pai</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 11:59:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adlane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Um passeio pela vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Para minha felicidade, sempre me deparo com uma cena que me encanta muito. Já a tenho presenciado muitas vezes com o meu irmão e o meu cunhado como protagonistas: um pai carregando seu filho no ombro.

Nossa! Isso verdadeiramente me encanta! Me faz pensar no papel do pai na vida do seu filho. Carregar um filho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/etiqueta_beth.jpg" alt="Um passeio pela vida" />Para minha felicidade, sempre me deparo com uma cena que me encanta muito. Já a tenho presenciado muitas vezes com o meu irmão e o meu cunhado como protagonistas: <strong>um pai carregando seu filho no ombro.</strong><br />
<br />
<span id="more-677"></span>Nossa! Isso verdadeiramente me encanta! Me faz pensar no papel do pai na vida do seu filho. Carregar um filho no ombro é o mesmo que conduzir o seu futuro, dando-lhe bons exemplos, educação e principalmente, amor. Um gesto que traduz para a criança, que aquele homem é forte, é grande&#8230; é o seu pai! O pai que com seus braços o ergue até seus ombros e deste ombro terão a melhor visão: a possibilidade de enxergar o mundo de cima para baixo; uma perspectiva inusitada para muitos filhos.<br />
<br />
Como seria bom se todos nós pudéssemos lembrar desse instante mágico: ser carregado com amor e segurança por um homem que tem a força que <strong>só um pai tem</strong>. Um gesto simples e em sua maioria, despercebido.<br />
<br />
Se pudéssemos fazer uma enquete com todos os filhos no momento em que são colocados de volta ao chão, com certeza nos diriam: “<em>Foi fantástico!</em>” Bem, isso é claro, a enquete só seria possível após as ‘choramingações’, birras e manhãs com a descida.<br />
<br />
Bem, e assim eu fico sempre me encantando com os ombros preenchidos por crianças que, com certeza, vivem uma das melhores coisas de serem filhos.</p>
<blockquote><p><strong>Maria Elizabeth Vieira (Beth)</strong> é presidenta dos Vicentinos na Paróquia Nossa Senhora de Fátima de Olaria.</p></blockquote>
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		<title>Amar é um fato</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 14:30:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adlane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Um passeio pela vida]]></category>

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		<description><![CDATA[É maravilhoso amar! Estar disponível para sentir o melhor perfume, ver o mais lindo sorriso, ouvir a mais encantadora melodia, saborear o mais delicioso alimento, tocar numa mão gentil. Usar com simplicidade todos os sentidos que possuímos e fazer do próximo a medida de cada um. Estar sempre disponível ao que o outro tem de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/etiqueta_beth.jpg" alt="Um passeio pela vida" />É maravilhoso amar! Estar disponível para sentir o melhor perfume, ver o mais lindo sorriso, ouvir a mais encantadora melodia, saborear o mais delicioso alimento, tocar numa mão gentil. Usar com simplicidade todos os sentidos que possuímos e fazer do próximo a medida de cada um. Estar sempre disponível ao que o outro tem de melhor a nos dar&#8230; Não devemos jamais nos distrair! Um bom dia, uma boa tarde, uma boa noite; não importa como, onde ou de quem; só depende de nós torná-los literais em nossas vidas.<br />
<br />
<span id="more-631"></span>Ser ou não ser feliz é um critério individual. <strong>Amar é um fato, pois somos essencialmente amor, filhos do Amor, criados para amar</strong>.<br />
<br />
Não importam as histórias de nossas vidas, talvez seu início tenha sido contrário a nossa vontade mas, o seu desenvolvimento e desfecho &#8211; se tivermos consciência -, com certeza só depende de nós, da nossa capacidade de amar, de perdoar, de se ver no irmão.<br />
<br />
Com amor nos tornamos fortes na dor, sábios diante dos problemas, cautelosos nas indecisões. As lágrimas secam antes de alcançarem nossos lábios, pois a tristeza se torna efêmera.<br />
<br />
Experimentemos viver mais o amor. Esqueçamos os contos de fada e façamos nós mesmos o nosso final feliz! Amar ainda é o melhor caminho de se encontrar o amor. Portanto, devemos exercitar esse sentimento, torná-lo &#8217;sarado&#8217;, &#8216;bonito&#8217;, &#8217;sedutor&#8217;, &#8216;atraente&#8217;, &#8216;encantador&#8217;. Fazer do amor nossa constante &#8216;paquera&#8217;&#8230;<br />
<br />
Conquistar diariamente o amor, recomeçar sempre, não se acomodar jamais!!! somos infinitamente capazes de dar amor, de receber amor, de ser amor; num olhar, num gesto, numa palavra&#8230; O segredo?! Simplesmente nos colocar no lugar do outro. Não é necessário psicologia, filosofia&#8230; Nada! Basta ser o outro, sempre. Olhar para ele e pensar: &#8220;nós somos irmãos!&#8221;<br />
<br />
Um abraço apertado, um sorriso largo, um olhar profundo, uma palavra educada, um gesto delicado, um muito obrigado, um por favor, um com licença&#8230; são atitudes simples, importantes e possíveis que possibilitam um exercício diário do amor. Sem sacrifício, sem suor.<br />
<br />
Sabemos que o amor não precisa ser cultivado, ele é inerente ao ser humano, basta tirar seu invólucro e colocá-lo em uso sem medo de danificá-lo, gastá-lo; pois quanto mais o sentirmos, mais ele se tornará forte, essencial as nossas vidas e a vida do nosso próximo.<br />
<br />
Amar é maravilhoso! Maravilhoso é amar! É maravilhoso amar! Não importa a forma, porque amar é uma maravilha!!!<br />
<br />
Amar nossos sobrinhos, filhos, irmãos, pais, amigos e cônjuges; é apenas um aquecimento para o grandioso exercício que é amar. Não sejamos preguiçosos, tenhamos sempre disposição de vencer novos desafios pois, quanto maior o esforço, maior a recompensa e, neste caso, com certeza será Ele, O próprio Amor!</p>
<blockquote><p><strong>Maria Elizabeth Vieira (Beth)</strong> é presidenta dos Vicentinos na Paróquia Nossa Senhora de Fátima de Olaria.</p></blockquote>
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		<title>Um brinquedo na infância</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 13:47:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adlane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Um passeio pela vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Todo adulto já foi uma criança. Toda criança tem sua história: triste, alegre, com ou sem traumas, decepções&#8230; isso mesmo, crianças se decepcionam, principalmente com adultos.

Inelutável ao nosso desejo, todos nós fomos crianças. Umas mais felizes, algumas mais tristes. Crianças que se constituiu em um adulto. Durante esse processo, enquanto crianças, até contribuímos com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/etiqueta_beth.jpg" alt="Um passeio pela vida" />Todo adulto já foi uma criança. Toda criança tem sua história: triste, alegre, com ou sem traumas, decepções&#8230; isso mesmo, crianças se decepcionam, principalmente com adultos.<br />
<br />
Inelutável ao nosso desejo, todos nós fomos crianças. Umas mais felizes, algumas mais tristes. Crianças que se constituiu em um adulto. Durante esse processo, enquanto crianças, até contribuímos com o que somos hoje, contribuição ínfima, é claro; porque com rara exceção, nenhuma criança consegue escapar do adulto que a tornam.<br />
<br />
<span id="more-578"></span><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/beth_caloi.jpg" alt="Não esqueça minha Caloi" />Todo adulto têm suas histórias, lembranças, experiências; fatores que não os livram de serem aceitos ou não, julgados, condenados e excluídos. Para estes, não se pedem fotos da infância, não perguntam se tiveram o colo materno, o ombro paterno. Se conheceram, quando crianças, um parque de diversões ou se lhes pagaram um sorvete numa praça com balanço e escorrega. Se tiveram uma bicicleta! Se não; pelo menos uma boneca ou um carrinho. Brinquedo é direito de infância!<br />
<br />
Portanto, antes de se julgar, pergunte ou procure saber os “porquês” dos erros adultos. Caso o cidadão não saiba responder, comece com esta falta de resposta para tentar entendê-lo&#8230; pense! Se conseguimos lembrar a cor da nossa <strong>1ª bicicleta</strong>, da nossa boneca ou carrinho preferido, do passeio mais divertido, com certeza saberemos como chegamos até esta casa, este quarto&#8230; em frente a este computador! A este emprego! A esta família! A estes amigos! A este carro! A esta bicicleta dos nossos filhos, sobrinhos e netos! E a estes planos para o futuro, pois, <strong>nós</strong> temos o futuro!!<br />
<br />
Pasmem! Um número bem elevado de adultos, quando crianças, nunca tiveram uma bicicleta, uma boneca ou um carrinho e hoje, não têm futuro! Como será ser um adulto sem a lembrança da sua Monark, Caloi ou Tigrão? Do seu bate-bate, da sua Suzi; ou quem sabe, daquela escoriação obtida numa brincadeira na pracinha?<br />
<br />
Alguns adultos conseguiram perdoar estas dívidas que seus responsáveis contraíram, outros, a cobram constantemente! Portanto, tenhamos cuidado em julgar os cidadãos que matam, roubam, xingam, mentem, embriagam-se, drogam-se, pecam, etc.<br />
<br />
Sejamos homens e mulheres maduros, como humanos e como cristãos. Não nos permitamos ser omissos com a criança de hoje, pois, como adultos de hoje; somos responsáveis pelos adultos de amanhã. Procuremos fazer a nossa parte, não dando apenas os brinquedos, mas, ensinando-as a brincar.<br />
<br />
Quanto ao judiciário, legislativo e executivo, talvez a maioria dos adultos que os componha, não obteve o seu brinquedo enquanto criança ou, se possuíram, com certeza não tiveram quem os ensinassem a brincar.</p>
<blockquote><p><strong>Maria Elizabeth Vieira (Beth)</strong> é presidenta dos Vicentinos na Paróquia Nossa Senhora de Fátima de Olaria.</p></blockquote>
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		<title>O melhor lugar do mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 15:17:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adlane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Um passeio pela vida]]></category>

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		<description><![CDATA[A colunista de um jornal bastante conhecido disse que, para ela, o melhor lugar do mundo é um determinado abraço.

Após refletir qual seria o melhor lugar do mundo para mim, cheguei a feliz conclusão que existem vários. Como todos sabem, sou tia, irmã e amiga&#8230; então, escolhi um! Não que este seja o melhor, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/etiqueta_beth.jpg" alt="Um passeio pela vida" />A colunista de um jornal bastante conhecido disse que, para ela, o melhor lugar do mundo é um determinado abraço.<br />
<br />
Após refletir qual seria o melhor lugar do mundo para mim, cheguei a feliz conclusão que existem vários. Como todos sabem, sou tia, irmã e amiga&#8230; então, escolhi um! Não que este seja o melhor, mas é um dos melhores.<br />
<br />
<strong>Estar no sorriso da minha amiga Grace é com certeza para mim, um dos melhores lugares do mundo!</strong><br />
<br />
<span id="more-536"></span>Grace é na minha vida algo parecido com um “carbono”. Tudo o que penso, sinto e vivo é transferido para a sua vida de forma tão natural que às vezes ela precisa me lembrar que determinada emoção &#8211; que acho ser nova -, eu já vivi em algum momento da minha vida.<br />
<br />
Nossa história de amizade começou no C.A.. Estudamos juntas (Escola Municipal Coronel Assunção) até a 8ª série. Nossa amizade começou na infância, passou pelos dramas da adolescência, resistiu as transformações da maturidade, se fortificou com as diferenças da nossa vida adulta e se renova a cada instante em que nos falamos. É preciso dizer que isto acontece todos os dias? (risos) Continuando: dançamos Grease, choramos com o Planeta dos Macacos, nos encantamos com Flashdance; curtimos Sessão da Tarde e usamos meias soquete! Sou fã de futebol e ela de Snoopy. Nunca discutimos nossos “gostos”, porém, sempre nos chamamos atenção quando deixamos para depois o retorno de uma ligação.<br />
<br />
Grace é o meu sorriso mais simples e “solto”. Costumo dizer a ela: “estar com você é sempre um motivo para sorrir”. E a melhor forma dela me fazer feliz é permitindo que eu lhe faça algo, pois, o melhor de se ter um amigo é poder ajudá-lo. Sempre nos ajudamos, principalmente quando se trata de conselhos, isto mesmo, conselhos. Mas o retrato que hoje trago no meu coração da nossa amizade é a lágrima que ela derramou comigo, silenciosamente, pela perda da minha mãe. Senti literalmente que a metade da minha dor estava na face da minha melhor amiga.<br />
<br />
Sou privilegiada, extremamente orgulhosa e porque não; muito importante! Grace faz com que eu me sinta assim, não por ser ou ter algo melhor do que as outras pessoas, mas por ela ser a pessoa mais fácil, mais simples, mais disponível, mais sincera de se obter o que de mais caro o ser humano tem para oferecer ao outro: a amizade. O maior e o mais desinteressado dos sentimentos. Nele não existe vínculo de sangue, compromisso fraternal e nem carnal. Só existe uma maneira incondicional de se amar e esta nós só encontramos no amigo. Portanto, eu amo a Grace!!!<br />
<br />
E se você tem um amigo, diga a ele que você o ama e quem sabe neste amor você encontrará também um dos melhores lugares do mundo!</p>
<blockquote><p><strong>Maria Elizabeth Vieira (Beth)</strong> é presidenta dos Vicentinos na Paróquia Nossa Senhora de Fátima de Olaria.</p></blockquote>
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		<title>A melhor música aos meus ouvidos</title>
		<link>http://www.pnsfatima.org.br/a-melhor-musica-aos-meus-ouvidos/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 15:51:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adlane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Um passeio pela vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre admirei o sorriso de uma criança. Um espetáculo único, sincero, inocente, sem culpa, descomprometido. Não escolhe seu receptor, a ocasião, o motivo. Isento de qualquer interesse, sedução ou propósito. Uma forma pura de nos dizer: “Sou criança, tenho direito de ser feliz!”
Algumas vezes, na cegueira da maturidade, nem percebemos esse sorriso pois, estamos debruçados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/etiqueta_beth.jpg" alt="Um passeio pela vida" />Sempre admirei o sorriso de uma criança. Um espetáculo único, sincero, inocente, sem culpa, descomprometido. Não escolhe seu receptor, a ocasião, o motivo. Isento de qualquer interesse, sedução ou propósito. Uma forma pura de nos dizer: “Sou criança, tenho direito de ser feliz!”</p>
<p>Algumas vezes, na cegueira da maturidade, nem percebemos esse sorriso pois, estamos debruçados em nossas angústias e frustrações; a correria do dia-a-dia. Esquecemos até mesmo que fomos crianças e desta forma minimizamos nossa responsabilidade pela diminuição desses sorrisos. Talvez, se lembrássemos mais vezes das crianças que fomos, entenderíamos melhor as crianças que temos.</p>
<p><span id="more-478"></span>Por que tentamos sempre, à nossa maneira egoísta, transformar nossos pequeninos no adulto que não conseguimos ser? Quantos responsáveis insistem em pensar que sabem o que é melhor para suas crianças quando não conseguem fazer o mínimo para se tornarem adultos melhores.</p>
<p>Costumo dizer que para entendermos determinadas atitudes de uma criança, é necessário conhecermos o seu responsável e principalmente a história desse responsável.</p>
<p>Não estou aqui para julgar os métodos de educação, até porque, não sou mãe, e, longe de mim assumir uma opinião a esse respeito. A única coisa que realmente sei, é que a melhor paisagem do mundo para mim é o rosto sorridente de uma criança e que  a melhor música para os meus ouvidos, são as gargalhadas dos meus sobrinhos. Então, penso: por que os responsáveis diretos por essas minhas alegrias não se esmeram mais em multiplicá-las? A resposta, não tenho, mas a pergunta foi feita.</p>
<blockquote><p><strong>Maria Elizabeth Vieira (Beth)</strong> é presidenta dos Vicentinos na Paróquia Nossa Senhora de Fátima de Olaria.</p></blockquote>
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		<title>Minha felicidade</title>
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		<pubDate>Sat, 16 May 2009 12:43:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>adlane</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje inicio uma nova etapa da minha vida, cuja história começou em 02/12/1964. Chamaram-me Maria Elizabeth Vieira e como toda Elizabeth; eu sou simplesmente a Beth. A Beth que foi filha, que foi neta, que é irmã, que é cunhada, que é sobrinha, que é tia. Uma Beth que procura ser amiga, amar e ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://www.pnsfatima.org.br/wp-content/i/colunistas/etiqueta_beth.jpg" alt="Um passeio pela vida" />Hoje inicio uma nova etapa da minha vida, cuja história começou em 02/12/1964. Chamaram-me Maria Elizabeth Vieira e como toda Elizabeth; eu sou simplesmente a Beth. A Beth que foi filha, que foi neta, que é irmã, que é cunhada, que é sobrinha, que é tia. Uma Beth que procura ser amiga, amar e ser amada, profissional e quem sabe; até uma educadora. Beth madrinha e comadre e que um dia foi afilhada. Mas, o que a Beth mais gosta é de ser tia; a tia Beth.<br />
<br />
<span id="more-154"></span>Tudo começou numa manhã de sábado; agosto de 1989. Eu ainda dormindo depois de uma sexta-feira festiva, num sono profundo, cujo despertador seria para muito, muito mais tarde mesmo&#8230; quando minha mãe adentra aos berros em meu quarto – minha cabeça quase explodiu de dor -, gritando que eu seria tia. A princípio não entendia muito bem, estava extremamente tonta de sono. Euforicamente, minha mãe repetia: “Beth, você vai ser tia!”.<br />
<br />
Quando finalmente entendi o que se passava, pulei da cama (a sorte que durmo de camiseta e short), esqueci os chinelos, cabelos desgrenhados, e acabei de despertar nos braços de minha irmã; num abraço bem apertado, no meio da sua cozinha. Senti naquele instante que o momento mais feliz da minha existência se iniciava e que só se concretizaria quando os meus olhos pudessem ver, as minhas mãos pudessem tocar, o meu coração pudesse sentir e minha alma pudesse experimentar a maior felicidade que certamente eu teria aqui neste mundo; sentir o cheirinho&#8230; beijar a fronte daquele bebê que me daria o mais honroso título da minha vida: tia!<br />
</p>
<blockquote><p><strong>Maria Elizabeth Vieira (Beth)</strong> é presidenta dos Vicentinos na Paróquia Nossa Senhora de Fátima de Olaria.</p></blockquote>
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