16 de outubro de 2009
Para minha felicidade, sempre me deparo com uma cena que me encanta muito. Já a tenho presenciado muitas vezes com o meu irmão e o meu cunhado como protagonistas: um pai carregando seu filho no ombro.
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16 de setembro de 2009
É maravilhoso amar! Estar disponível para sentir o melhor perfume, ver o mais lindo sorriso, ouvir a mais encantadora melodia, saborear o mais delicioso alimento, tocar numa mão gentil. Usar com simplicidade todos os sentidos que possuímos e fazer do próximo a medida de cada um. Estar sempre disponível ao que o outro tem de melhor a nos dar… Não devemos jamais nos distrair! Um bom dia, uma boa tarde, uma boa noite; não importa como, onde ou de quem; só depende de nós torná-los literais em nossas vidas.
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16 de agosto de 2009
Todo adulto já foi uma criança. Toda criança tem sua história: triste, alegre, com ou sem traumas, decepções… isso mesmo, crianças se decepcionam, principalmente com adultos.
Inelutável ao nosso desejo, todos nós fomos crianças. Umas mais felizes, algumas mais tristes. Crianças que se constituiu em um adulto. Durante esse processo, enquanto crianças, até contribuímos com o que somos hoje, contribuição ínfima, é claro; porque com rara exceção, nenhuma criança consegue escapar do adulto que a tornam.
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16 de julho de 2009
A colunista de um jornal bastante conhecido disse que, para ela, o melhor lugar do mundo é um determinado abraço.
Após refletir qual seria o melhor lugar do mundo para mim, cheguei a feliz conclusão que existem vários. Como todos sabem, sou tia, irmã e amiga… então, escolhi um! Não que este seja o melhor, mas é um dos melhores.
Estar no sorriso da minha amiga Grace é com certeza para mim, um dos melhores lugares do mundo!
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16 de junho de 2009
Sempre admirei o sorriso de uma criança. Um espetáculo único, sincero, inocente, sem culpa, descomprometido. Não escolhe seu receptor, a ocasião, o motivo. Isento de qualquer interesse, sedução ou propósito. Uma forma pura de nos dizer: “Sou criança, tenho direito de ser feliz!”
Algumas vezes, na cegueira da maturidade, nem percebemos esse sorriso pois, estamos debruçados em nossas angústias e frustrações; a correria do dia-a-dia. Esquecemos até mesmo que fomos crianças e desta forma minimizamos nossa responsabilidade pela diminuição desses sorrisos. Talvez, se lembrássemos mais vezes das crianças que fomos, entenderíamos melhor as crianças que temos.
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16 de maio de 2009
Hoje inicio uma nova etapa da minha vida, cuja história começou em 02/12/1964. Chamaram-me Maria Elizabeth Vieira e como toda Elizabeth; eu sou simplesmente a Beth. A Beth que foi filha, que foi neta, que é irmã, que é cunhada, que é sobrinha, que é tia. Uma Beth que procura ser amiga, amar e ser amada, profissional e quem sabe; até uma educadora. Beth madrinha e comadre e que um dia foi afilhada. Mas, o que a Beth mais gosta é de ser tia; a tia Beth.
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